poderia até escrever um livro para poder descrever tudo que estou sentindo e por tudo que estou passando, mas sabe de uma coisa
foda seeeeeeeeeeeeeee
virada cultural foi rox, fazia tempo ( mais ou menos um ano) que eu n saia e me divertia tanto assim viu
XD
¬¬"
tédio de domingo
mas agora todos os dias são domingos para mim
desemprego maldito
what is mana?
who caresssss
Obra desvenda a construção e funcionamento do racismo no Brasil; leia capítulo
da Folha Online
O Brasil não é um país racista, mas é um país onde existe racismo. Em uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), 97% dos entrevistados afirmaram não ter preconceito, mas 98% disseram conhecer pessoas que manifestavam algum tipo de discriminação racial.
Reprodução
Livro esclarece quais são as origens do racismo no Brasil
Livro esclarece quais são as origens do racismo no Brasil
A questão é um tema ainda difícil para o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888. Aqui, o debate sobre racismo é sempre atual, com todos os seus paradoxos e mitos, como o da democracia racial.
O estudo é citado no livro "Racismo no Brasil", da coleção "Folha Explica" da "Publifolha", que revela a maneira como se construiu, historicamente, o racismo à brasileira. Leia a introdução do livro, reproduzida abaixo, que leva o título de "Da Cor do Bronze Novo".
A autora é a antropóloga Lilia Moritz Schwarcz, da USP. Ela explica quais os principais debates das teorias raciais no século 19, como teorias justificaram a miscigenação, os efeitos da escravidão no imaginário racial brasileiro, o "apartheid" social", a questão da identidade e confusão e a raça projetada no outro. Ela também explica a formação do conceito de raça no país.
O livro também traz explicações, em comparação ao Brasil, de alguns aspectos do sistema de classificação racial dos Estados Unidos. A autora discute o mito da democracia racial e toca em uma questão vizinha ao racismo, a discriminação racial.
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Introdução: "Da Cor do Bronze Novo"
"Uma feita o Sol cobrira os três manos de uma escaminha de suor e Macunaíma se lembrou de tomar banho. Porém no rio era impossível por causa das piranhas vorazes que de quando em quando na luta pra pegar um naco da irmã espedaçada pulavam aos cachos para fora d"água metro e mais. Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d"água. E a cova era que nem a marca dum pé de gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão de Sumé, do tempo que andava pregando o Evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco louro de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele [à]. Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão de Sumé. Porém a água já estava muito suja do pretume do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água para todos os lados só conseguia ficar da cor do bronze novo [à]. Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada para fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa [à]. E estava lindíssimo no Sol da lapa os três manos um louro, um vermelho, outro negro, de pé bem erguidos e nus [à]."1
Nos idos de 1928, Mário de Andrade recontou, à sua maneira, a famosa fábula das três raças. Depois de terem sido tão iguais, os irmãos acabavam ganhando as cores das "gentes locais", por conta de um milagre da natureza ou de um atributo de não se sabe quem. Nesse caso, porém, a narrativa surgia em meio a uma série de outras aventuras e desventuras de Macunaíma, esse herói "sem nenhum caráter". De toda maneira, no conjunto do livro, destacava-se uma intenção de incorporar culturas não-letradas indígenas, caipiras, sertanejos, negros, mulatos, cafuzos e brancos, cujo resultado era menos uma análise das raças e mais uma síntese das culturas locais. Afinal, a fórmula "herói de nossa gente" veio substituir expressão anterior "herói de nossa raça", numa clara demonstração de como o romance dialogava com o pensamento social de sua época e buscava se contrapor à versão pessimista, de finais do século 19, que entendeu a miscigenação como uma espécie de mácula nacional.
Mas, se essa é uma história famosa e dileta, não deixa de ser, também, uma "versão". Uma versão que remete a outra estrutura maior, que, de alguma maneira, vem repensando a nação a partir da raça, às vezes nomeada em função da cor. Pode-se afirmar, sem medo de errar, que, na maioria das vezes em que oficialmente se falou sobre esse país, o critério racial foi acionado: ora como elogio, ora como demérito e vergonha. No entanto, assim como se sabe que o nacionalismo é, no limite, uma invenção, é preciso deixar claro, também, que não se trata de um discurso meramente aleatório.
O fato é que não se manipula no vazio e que, apesar de muitas vezes pragmáticos, os rituais, ícones e representações nacionais dificilmente se impõem de forma apenas exterior. Entender as marcas simbólicas do poder político significa perceber como é possível descobrir intencionalidade na cultura política, mas também atentar para o fortalecimento de um imaginário nacional, que buscou raízes nos ditos populares e em certa maneira particular de entender a cor e a raça. Estamos diante, portanto, de representações que, além de estarem ancoradas na estrutura socioeconômica mais imediata, são partilhadas coletivamente, mesmo que reapropriadas segundo padrões nem sempre idênticos. E mais: nesse processo, a composição mestiçada da população sempre pareceu chamar atenção.
É por isso mesmo que este livro procurará acompanhar a trajetória do conceito "raça" em nossa história particular, sem abrir mão de pensar o momento presente e seus desafios.2 No primeiro capítulo, "Raça Como Negociação", o leitor será convidado a viajar pelos diferentes caminhos que o termo percorreu entre nós: desde meados do século 16 até os anos 1930 e depois até o contexto atual, o conceito ganhou visões variadas, que oscilaram entre as leituras mais românticas e as teorias detratoras. Na seqüência "Falando de História: Ser Peça, Ser Coisa", vai-se procurar analisar o impacto da escravidão brasileira na estrutura local e o perfil basicamente conservador do movimento abolicionista brasileiro.
Não se pretende, porém, limitar o problema ao passado. Ao contrário, a forma atual e particular que a questão racial assume aqui será o tema de dois outros capítulos. Em "Frágil Democracia: na Dança dos Números",interpretaremos os dados da demografia censitária, que vêm comprovando a existência de um apartheid social velado no país. Já em "Nomes, Cores e Confusão", a idéia é lidar com cenários paralelos: a "raça social" (que faz com que as pessoas "embranqueçam ou empreteçam", conforme a situação social e mesmo econômica) e o uso escorregadio da cor, que transforma raça em efeito passageiro, ou tema para a exclusiva nomeação. Para complicar ainda mais, no capítulo 5, "Raça Como Outro", estaremos diante dessa modalidade original de preconceito; um preconceito alterativo que localiza no próximo, ou no vizinho ao lado, a discriminação.
Concluímos com "Fechando ou Abrindo Essa História", já que "ninguém é de ferro". Questões desse tipo são melhores para pensar do que para resolver: vale mais incomodar e provocar do que estar à cata de receitas fáceis e prontas, ou poções mágicas que anunciem o final derradeiro do problema. No que se refere ao tema racial, estamos bem longe de um "E viveram felizes para sempre".
1 Mário de Andrade, p. 37-8.
2 Este texto guarda uma formulação original, mas representa, em alguns pontos delimitados, uma nova investida na discussão iniciada no ensaio de minha autoria "Nem Preto, Nem Branco, Muito Pelo Contrário", publicado no livro História da Vida Privada no Brasil, v. 4 (São Paulo: Companhia das Letras, 1998).
"Folha Explica - Racismo no Brasil"
Autor: Lilia Moritz Schwarcz
Editora: Publifolha
Páginas: 104
Quanto: R$ 17,90
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
Fonte: BBC Brasil
Câmbio
Alta do real força aumento de trabalho de imigrantes
Néli Pereira
A valorização do real nos últimos anos foi sentida diretamente no bolso de muitos brasileiros que moram fora do País e que se mantêm atentos ao câmbio e suas oscilações.
Para garantir o envio de remessas, muitos brasileiros tiveram que aumentar a jornada de trabalho para compensar a valorização do real frente a moedas como a libra, o euro e o dólar.
O real quase dobrou de valor em relação ao dólar nos últimos cinco anos, com alta de 99,5% entre 2003 e 2007. Dados da consultoria Economática indicam que, nesse período, o dólar vendido no Brasil passou de R$ 3,53, em 2002, para R$ 1,77 no último dia do ano passado. Continua abaixo de R$ 2 desde então.
"A situação está muito complicada, principalmente para quem sustenta família no Brasil e precisa se sustentar no exterior, o que não é fácil. Temos uma cliente que manda dinheiro para a mãe e para os dois filhos em Minas. Não só está trabalhando mais como trocou um quarto que alugava sozinha por uma vaga em um quarto com outras três brasileiras", disse a gerente de uma agência de envio de remessas em Londres.
Jornada de trabalho
Para o chef de cozinha Alex Occhi, que chegou a Londres em 2004, a mudança foi significativa: ele passou a trabalhar cerca de 20 horas a mais por semana em 2007 para compensar a cotação.
Em 2006, ainda entusiasmado com o dinheiro que conseguia economizar trabalhando na cozinha de um grande centro de entretenimento, Alex decidiu comprar seu primeiro apartamento em São Caetano, no Estado de São Paulo.
No entanto, com a alta da moeda brasileira em 2007, Alex teve de aumentar o volume de trabalho para conseguir ganhar, em libras, o correspondente aos R$ 4 mil mensais da parcela do imóvel.
"Em 2007, cheguei a trabalhar de 80 a 85 horas por semana para conseguir enviar o dinheiro e ainda viver aqui. E neste ano não melhorou muito", disse Occhi.
Alex afirma que, apesar do crescimento econômico no Brasil, a situação fora do País ainda é melhor.
"A cotação está muito baixa e tem que melhorar, mas aqui as coisas ainda estão mais fáceis do que no Brasil. Vou ficar fora pelo menos mais um ano até terminar de pagar o apartamento", afirmou.
Remessas
Em Londres, onde estimativas indicam que há cerca de 160 mil brasileiros, a alta do real observada no ano passado se refletiu em uma diminuição no número de remessas enviadas pelos imigrantes.
Segundo algumas das principais agências de envio de dinheiro da capital inglesa, o número de remessas feitas por brasileiros durante 2007 diminuiu em relação a 2006. O gerente de uma destas agências disse que a queda foi de cerca de 15% e que não há sinais de aumento nos primeiros meses de 2008.
Carlos Mellinger, presidente da Associação Brasileira no Reino Unido (Abras), afirmou que entre os brasileiros que procuram a instituição muitos comentaram que tiveram que trabalhar mais para compensar a defasagem.
"Com a alta do real, os brasileiros estão trabalhando mais para conseguir juntar mesmo dinheiro que estavam acostumados a enviar para casa", afirmou Mellinger.
Ele afirmou ainda que, apesar da alta do real, a situação dos imigrantes brasileiros na Inglaterra ainda é muito diferente daqueles que residem nos Estados Unidos.
"Além do câmbio, nos Estados Unidos, houve uma recessão e, naturalmente, esse processo afastou os brasileiros. Já aqui no Reino Unido, a economia continua forte, os brasileiros continuam conseguindo emprego e por isso são menos afetados", disse.
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retirado do site do terra
'El País': guerra de repatriações é desastrosa
Author: Unknown
Brasil
Segunda, 24 de março de 2008, 07h59 Atualizada às 08h18
'El País': guerra de repatriações é desastrosa
Uma reportagem do jornal espanhol El País afirma nesta segunda-feira que o Brasil e a Espanha tentam evitar que se acentue uma "desastrosa guerra de repatriações" travada desde algumas semanas pelos dois países.
O artigo relembra alguns dos principais episódios em que cidadãos brasileiros e espanhóis foram barrados em aeroportos dos dois lados do Atlântico, como resultado de um rigor incomum e dirigido na concessão de vistos para estrangeiros.
"O passaporte espanhol se transformou em um documento incômodo no Brasil. Entre 6 e 12 de março, 24 turistas espanhóis foram rejeitados nos controles de imigração de Salvador, Rio e Fortaleza", escreve a repórter do principal diário espanhol.
"O Ministério das Relações Exteriores do Brasil não esconde que estas medidas constituem uma 'reciprocidade' em relação à Espanha, que impediu a entrada de cerca de mil brasileiros no primeiro trimestre deste ano".
Para o País, os episódios são uma "picuinha absurda que ameaça trincar as relações entre Brasil e Espanha" - motivados, talvez em parte, pela "necessidade (espanhola) de reprimir a imigração ilegal com mais rigor no momento em que a crise econômica se aproxima".
Do lado brasileiro, diz o artigo, pesou a grande repercussão dada pela mídia nacional às repatriações de turistas de negócio e estudantes que chegavam à Espanha para participar de eventos acadêmicos.
Apesar disso, um diplomata ressaltou que os dois países ainda mantêm uma "excelente relação", segundo o jornal.
Autoridades espanholas ouvidas na reportagem argumentam que os repatriados são bem tratados e têm seus direitos respeitados no aeroporto de Barajas, na capital espanhola. Mas duas brasileiras barradas voltaram assustadas depois de passar por uma experiência que o jornal descreve como "um pesadelo para qualquer pessoa normal".
O presidente da federação espanhola de agências de viagens declarou ao País que a "guerra" das repatriações é "uma verdadeira pena", porque as máfias de tráfico de pessoas, que atraem imigrantes ilegais para dentro da União Européia, "sempre cuidam para que eles cumpram todos os requisitos" para entrada no bloco.
BBC Brasil
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extraido do site terra.
banda de rock japonês popularmente chamado d J- rock
esta eu curto um pocadin..chama se Hight and Might Color, bonzin pakas
zoia um video deles ae
XD